Intervencionistas podem ser barrados na manifestação por Liminar na JUSTIÇA.

abril 08 23:07 2015

Intervencionistas podem ser barrados por Liminar na JUSTIÇA.
Hoje houve reunião entre o comando da Policia Militar de São Paulo e os grupos que pretendem se manifestar no próximo dia 12.

Com a previsão de que aumente o número de manifestantes presentes ao protesto contra a presidente Dilma Rousseff marcado para o dia 12 de abril, o comando da Polícia Militar de São Paulo pretende interditar um espaço maior para a realização do ato. No próximo domingo, toda a Paulista será fechada para a manifestação, que novamente ocorrerá de forma fixa, os grupos devem permanecer parados em torno dos carros de som. Em 15 de março a via foi bloqueada parcialmente entre a Rua da Consolação e a Avenida Brigadeiro Luís Antônio.

“Estamos prevendo que essa manifestação siga a mesma tendência da primeira. A expectativa é que a quantidade de gente seja semelhante. Então, a área vai ser um pouco maior. Na prática, vai ser da Praça Osvaldo Cruz à Praça do Ciclista, ou a Avenida Paulista inteira” Informou o porta-voz da polícia.

Nesta quarta-feira, varios movimentos participaram de reunião com a Polícia Militar para definir os rumos do movimento. No ato anterior, eram apenas cinco grupos – Vem pra Rua, Movimento Brasil Livre, Revoltados Online, Solidariedade e SOS Forças Armadas. Somaram-se a eles os movimentos Quero me Defender, Acorda Brasil, União Nacionalista Democrática e Movimento 15 de Março. É esperado que compareçam 14 carros de som no próximo evento.

Infelizmente como previmos aqui, os manifestantes não conseguem entrar ainda em acordo quanto a pauta da reivindicação. Sabemos que quanto mais difuso o foco mais fraco é o movimento. Alguns grupos, apesar de acreditar na possibilidade de intervenção dos militares, acham que ainda não ha essa necessidade, que Dilma pode ser afastada ou até renunciar. Contudo, a maioria dos grupos parece rechaçar a ideia de intervenção militar, que associam a golpe militar.

O Movimento Brasil Livre (MBL), entrou com um pedido de liminar na Justiça para impedir que os movimentos que pedem INTERVENÇÃO MILITAR se manifestem nas proximidades do grupo. “Buscamos que eles fiquem a pelo menos 500 metros de distância da gente. No último ato, eles ficaram na nossa frente e nos prejudicaram”, disse um representante do MBL, Rubens Nunes.

Segundo os líderes dos movimentos, a reunião com a PM, que demorou cerca de uma hora, foi “quente” e “agitada” porque os grupos “militaristas” não aceitavam o seu posicionamento em relação aos demais grupos.

Revista Pesadelo

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